Vocês já devem ter ouvido falar. Tem gente apostando que Nicholas Negroponte, da universidade americana MIT, vai conseguir lançar um notebook custando U$100, algo como R$ 240,00. Mas eles não devem ser vendidos aos consumidores, e sim comprados pelos governos para serem distribuidos gratuitamente aos alunos das escolas públicas.

O tal notebook não é exatamente um notebook, pelo menos não do tipo que a gente conhece. A tela é pequena e de baixa resolução, o processador tem velocidade bem inferior à média de mercado e não tem disco rígido, apenas 500Mb de memória flash, igual as usadas nas máquinas fotográficas digitais (não dá pra guardar muita informação). Uma coisa bacana é que ele pode funcionar a corda, quer dizer, se não tiver uma tomada por perto, é só girar a manivela que o bichinho liga.

Quem defende a idéia, acha que as crianças dos países pobres querem ter seu próprio computador, ‘assim como têm sua própria caneta’. Os críticos acham que as crianças querem ter computadores completos, sem tantas limitações e que o investimento seria melhor aproveitado em centros públicos de acesso à internet, que computadores podem ser compartilhados como livros em bibliotecas, etc. Mas a discussão não para por aqui. Há muitos outros argumentos dos dois lados. E você, acha o quê?

PS: Não conhece os outros argumentos? Pesquise no Google por “Nicholas Negroponte” ou “notebook US$100″ e dê sua opinião.

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