da minha avó materna “Zazá”. Ela já foi para o céu e eu me lembro demais das nossas conversas (ela era minha melhor amiga), das comidas delicíosas que ela fazia (principalmente do quibebe), das histórias, das fofocas…

Ela faz muita falta. Se eu pudesse falar com ela hoje eu diria: ” Vó, nunca se vá, porque se a senhora se for eu irei sofrer muito a sua ausência…”

Autora: Cristiane Maria Gomes Rodrigues, 28 anos, de sua casa, no Centro de Alambari – SP

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