que, quando tinha uns 16 anos, meu pai conseguiu arrumar para eu fazer testes no time do Guaratinguetá. Fui (sou goleiro), cheguei, todos ficaram me olhando, fiquei com receio, frio na barriga de jogar mal…

Nestas alturas nao tava pensando se ia passar ou nao, tava pensando o que iriam dizer de mim, e quando começou o treino fui esquecendo de tudo e jogando o que sabia, e fui super-bem, me surpreendi até comigo mesmo.

Só que o pessoal do Guaratinguetá estava querendo goleiros de 14 ou 15 anos, estava indo embora já, e o técnico me chamou, voltei, e ele me convidou para integrar o time. Só que não era certeza eu ficar no time, eu ia apenas ficar treinando lá e nao iriam pagar as passagens para eu ir treinar, e como não era certeza eu ficar, resolvi não ficar gastando o dinheiro de meu pai com passagens e voltei a estudar.

E larguei mão de meu maior sonho que era ser jogador de futebol.

Autor: Rodolpho, 22 anos, de seu trabalho, em Cachoeira Paulista – SP

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