, e com clareza; dos tempos em que podíamos sair à noite (até 22h, quando os pais chamavam) e brincavamos de: esconder/bolinha de gude/rodar pião/e claro,futebol; entre tantas outras brincadeiras.

Me lembro ainda – dos pais sentados à frente das casas conversando sobre o dia, sobre o vizinho que tinha chegado e contos do passado. Lembro-me que as pessoas ADULTAS não precisavam criar 1001 regras para tudo funcionar bem. Foi bom enquanto durou.

Maravilhoso enquanto realidade de um tempo em que não se usavam palavras, gestos e até pensamentos só para querer tirar proveito de situações. No interior permanece um TIQUINHO deste meu; EU ME LEMBRO.

Autor: Reinaldo, 40 anos, de sua casa, no centro da cidade de PF – SP

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