de uma certa vez, mais ou menos há uns nove anos atras ter aprontado uma do arco da velha, mas que com certeza valeu a pena, pois hoje todos que lembram desta história riem… Foi mais ou menos assim…

Eu sempre fui atentado desde pequeno, agora imagine toda aquela primaiada junta de férias na praia, aposto que todos já sabem que vai dar besteira né, mas tudo bem, prosseguiremos agora ao início da história.

Somos em quatro primos: o Jeckson, o Nenê, o William e eu. Nós todos estávamos jogando bola na rua de areia quando o mal intencionado Jeckson viu um COCO, e disse:

- Dodo (eu) vamos pegar aqueles cocos?
- Vamos, estou com sede mesmo!

Conseguimos pegar, pois eles estavam baixo e na rua, só que era apenas um coco c/ mais ou menos 250 ML, só dando p/ o jackson e eu beber e os outros dois não. Foi então que o Nenê disse:

- William lá na praia tem um monte de pé de coco vamos até lá e deixar eles aí?
- Sim!

Só que eu, nem o Jackson somos bobos, então fomos atrás deles p/ disputar quem conseguiria pegar o maior número de cocos.
Eu com um facão de 60cm e o Jackson c/ uma madeira, então fomos a captura cocolar.

Seguindo eles, paramos no colégio dos padres, onde tinha alguns coquinhos, que qdo batíamos, só caía a casca. Qdo o Nenê ambicioso, viu um pé de coco de fácil acesso e baixo. Então, como quatro cabeças pensa melhor que uma cabeça s/ nada do Nenê, fomos em caminho daquela maravilha, que realmente era bem bonita, pois era um cacho c/ mais ou menos 35 cocos grandes saborosos. Deí a idéia p/ o Jacksom:

- William sobe em cima das costa do Jacksom e c/ o facão corte este cacho!

Todos foram unanimes, quanto a idéia, e lá foi o William que parecia um macaquinho em cima do coqueiro dando golpes de faca até que um coco caiu, e um menino viu e disse:

- Pode dar este coco p/ mim?

E o Nenê respondeu:

- Sai daqui moleque do caralho, vai comprar!

E o menino respondeu:

- Vou falar p/ o dono!

Nem ligamos, pois mais duas facadas todo aquele cacho seria nosso sem muito esforço, e vcs sabem que qdo a esmola é demais o santo desconfia…

Enfim o cacho inteiro caiu, pegamos e distanciamos do ponto onde pegamos, até falamos: – iiiiiiii vamos comer e beber coco até se acabar, e de repente vem um kara c/ mais ou menos 1,90 de altura e um 100kg, 25 p/ cada braço, imagine o tamanho do Kara. Jacksom o maior estava com a parte maior, eu e o Nenê c/ duas sacolas e o william c/ dois cocos… O homem massa gritou!

- Seus filhos da #%$*, devolve esta *$@* aqui!

Todos soltaram os cocos e cada um correu em uma direção, exceto eu, que segui o Jacksom, que entrou no mato. Seguindo ele pelo mato, não esperava um buraco sorrateiro, o qual iria cair alguns metros a frente, só senti a queda, blufeti, levantei ligeiramente, pois o Kara estava coisa de 10 metros de distância de mim, e ouvi um grito:

- Meu chinelo novo, caramba, é do meu irmão, eu perdi!

Era o Jeckson, que parou e ficou a procurar, e eu a nem ligar p/ ele passei que nem vi agachado atras do chinelo, que realmente comprovei, era do irmão dele. Só sei que qdo olhei p/ trás vi o Kara já em cima dele, ahe então p/ ele acabou ali, o Kara deu um chave de braço no Jecksom que eu só ouvia os grito do meu primo, que como a gente diz RODOU e eu não parei de correr até alguns metros de onde moro.

O William é moreninho, no desespero ele largou os cocos e agarrou na mão de uma família branca (pai, mãe, e dois meninos branquinhos não alvinhos), conclusão, se safou. Já o Nenê, pulou no mar onde pegaram ele, mas o danado do William é esperto e foi atras do Kara e disse:

- Solta meu primo! O que ele fez?

Então o soltaram. Já eu não fui pego, ai vcs perguntam e o Jecksom estava lá levando uns cascudos, até que eu correndo lembrei, o facão da minha mãe é novo, se chegar sem ele vou levar um Koro maior do que do Kara, então decidi voltar. Cheguei no local e vi o Jeckson lá parado, corri peguei a faca e corri. Então o Kara me pegou e disse:

- Quer me matar filha da %&*#!

Fui mais ligeiro que ele, qdo tentou dar uma chave no meu pescoço abaixei e corri deixando a faca no chão e ouvi ainda os gritos do Jecksom levando tranco e cascudo, quase chorando devido a perda do chinelo e da dor.

Conclusão, o facão eu deixei lá, o chinelo o Jeckson perdeu além de levar um Koro bem dado que ele merecia, ele é muito folgado, pois se tivesse dividido o primeiro coco ou entregado o coco p/ o menino que pediu. Nada teria acontecido, como aconteceu.

Contamos a todos de casa e todo mundo riu, menos o Jecksom que quase levou mais um socos do irmão dele, pois tinha dois dias de uso, hoje qdo nos juntamos novamente lembramos deste fato e damos muita risada, porque foi uma aventura pelo menos para nós, agora não sei do Jecksom.

Autor: Leonardo Anseloni, 21 anos, do Posto do AcessaSP de Point Rasta, São Paulo – SP.

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