O frio foi embora! Agora dá até para andar pela PUC-RS sem bater o queixo. A Oficina também esteve bem aquecida. O dia foi do Hernani, praticamente. Pela manhã ele participou de um debate sobre direitos autorais e propriedade intelectual. Na sua fala, Hernani mostrou o portal do Acessa e a Rede de Projetos como espaços abertos para os usuários produzirem conhecimentos e dissemina-los com ferramentas de tecnologia de informação. O Hernani mostrou este blog, o fotolog, o ?Eu me lembro?. E acho que são todos canais livres de expressão que o cidadão utiliza como achar melhor. É uma demonstração de que o Acessa está aqui para deixar as pessoas falarem. E se isoladamente alguém fizer mau uso desse espaço, os demais usuários poderão também manifestar sua discordância. Na internet tem de tudo, gente bem e mal intencionada e são as próprias pessoas que devem ser controladas por elas mesmas. Bom… é assim que acho que deve ser.

A tarde fui ver um debate sobre reciclagem e metareciclagem (ou seria meta-reciclagem?) de computadores usados. Novamente estava lá o Hernani. Ele foi lá falar do Metareciclagem, um movimento para transformar computadores usados em outros objetos. Havia também outras iniciativas cujo objetivo é recondicionar micros doados para programas de inclusão digital. Esse debate me fez parar para pensar no que vamos fazer com os computadores do Acessa daqui a alguns anos, quando a vida útil deles chegar ao fim. Pelo que vi hoje, dá pra fazer várias coisas, mas mesmo assim ficam algumas questões que precisamos pensar. Por exemplo, precisamos ter um plano ou, no mínimo, uma vaga idéia do que que fazer: comprar máquinas novas ou deixar isso a cargo dos parceiros ? prefeituras, entidades, etc. O Acessa deve contar com mais de 3 mil computadores atualmente (Soninha, me ajuda aí com a planilha de controle vai? Fala o número certo.). Que destino a Prodesp dará para esses equipamentos quando ficarem velhos?

Pois é, quando a gente acha que chegamos ao ponto que gostaríamos e resolvemos nossos problemas, sempre aparecem outros. Maria Amélia me disse isso uma vez, mas não era pra me assustar. Era pra me ensinar que há coisas que valem a pena resolver porque isso vai nos levar a outros desafios e há outras que não valem o esforço. A dúvida sobre o que fazer com os micros usados é um sinal que vamos chegar a um outro estágio do programa. No mínimo, significa que já conseguimos os computadores uma vez.

PS: o Hernani vai adorar o título do post de hoje.

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