(05/06/06) Para enfrentar a concorrência e crescer, as empresas precisam se informatizar e atualizar constantemente seus programas de computação. Essa necessidade não está restrita apenas às grandes companhias, ela atinge também as médias, pequenas e microempresas.

A automação das atividades empresariais abre um leque cada vez mais amplo de oportunidades no mercado de trabalho na área de informática, a Tecnologia da Informação.

A gerente de Produto Efetivo da Gelre, Sidnéia Palhares,empresa especializada em Recursos Humanos, comenta que a Tecnologia da Informação é o setor que mais cresce, tem carência de bons profissionais e vai continuar assim por muito tempo.

Isso quer dizer que é baixa a probabilidade de que a pessoa que começar o processo de qualificação agora encontre o mercado de trabalho saturado daqui a alguns anos.

Sidnéia ressalta, no entanto, que a escolha por essa área não deve ser feita apenas em função da demanda do mercado por profissionais qualificados.

“É preciso ter talento e disposição para resolver problemas e enfrentar os cursos de atualização constantes. As mudanças são tão rápidas que, se ficar um ano sem fazer cursos, o profissional já estará desatualizado. Ter domínio do idioma inglês também é importante”, alerta a gerente da Gelre.

A mão-de-obra qualificada em curso técnico ou de tecnólogo, explica Sidnéia, pode começar a trabalhar na área de suporte das empresas, na instalação, manutenção e administração de equipamentos e redes.

Em início de carreira, as empresas remuneram esses profissionais com valores que vão de R$ 800,00 a R$ 1.500,00.

Dedicação

O profissional que tiver um curso regular universitário na área de Tecnologia da Informação poderá ser contratado para trabalhar como analista de sistemas júnior ou operador assistente, funções que elevam a média do salário inicial de mercado para R$ 2.800,00.

O arquiteto de soluções, mais especializado, normalmente trabalha com projetos e ganha aproximadamente de R$ 12,00 a R$ 300,00 por hora de trabalho.

Em razão da demanda, esses profissionais vão migrando para empresas que pagam mais e têm projetos atraentes. Os contratos de trabalho muitas vezes embutem cláusula de exclusividade por tempo determinado, explica Sidnéia.

Por Cássia Carolinda, do estadão.com.br

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