que, bem no meio do quarteirão onde cresci, havia um campo de futebol. Era todo de areia, e podia ser visto de todos os quintais. Nos fins de semana, havia jogos, com direito à torcida e palanque nos quintais.

Quando chovia (e chove muito por aqui), era a festa pra molecada, que se esbaldava com a chuva e com os imaginários “rios” que se formavam naquele campo de areia.

Era também campo de fuga quando roubávamos frutas dos vizinhos. O tempo passou e naquele campo foram construídos edifícios… mas as lembranças ficaram.

Autora: Ruth Helena, 39 anos, de sua casa, no bairro da Cremação, Belém do Pará.

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