que estava eu, a Telma, o Jefferson, o Felipe, o Japa, o Peter, os três Brunos, o Hélio e o Alex, imaginem o que aconteceu: Estavam todos na água, um laguinho no cemitério, menos eu, pq eu não sabia nadar, só fiquei na beiradinha. E aí me puxaram, mas até aí tudo bem; e todos estavam nadando, aí os dois Brunos resolveram ir mexer nos tratores q ficavam perto das covas dentro do cemitério.

Apareceu um guarda e ficou com medo, ele saiu correndo, com medo de apanhar. Alguns minutos depois, apareceram um monte de viaturas, então os meninos q estavam mexendo nos tratores saíram correndo! Nós vimos eles correndo e saímos correndo também, com as roupas nas mãos, uns de cueca e outros de roupas do corpo, e foi cada um pro seu lado.

Fiquei p/ trás e comecei a chorar, gritar, “me esperam!”, falei, e eles me esperaram. Aí, tudo bem, subimos o morro correndo e saímos no Rodoanel.

- O Alex gritou: “Olhem a Polícia”, e eu comecei a gritar: “Ai meu Deus, eu tô com medo.” Depois nós fomos p/ casa.

Ufa q sufoco, nunca mais volto lá. Pois não é q no outro dia eu estava lá?

Autora: Ana Paula, 13 anos, do Posto do AcessaSP, do bairro de Sol Nascente, 12ª área, São Paulo – SP.

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