(11/08/06 – Da Escola do Futuro) Quem assim descreve sua relação com o posto AcessaSP é a monitora Mildred Quitéria Raimundo Lopes, que trabalha à tarde no Acessa comunitário de Jardim Morganti. Ela conta: “Passo seis horas do dia aqui e também não gosto de ver as próprias pessoas que se beneficiam destruindo, quando isso acontece, vou logo dando uma lição de moral, rs…”

Mas o que chegam a fazer alguns visitantes? Ela explica: “Já cheguei a proibir o chiclete para que não colassem embaixo das mesas nem jogassem no chão, para não dar uma má impressão do Acessa para os novos usuários ou visitantes.”

Cartaz: Vamos cuidar do Acessa como se o Acessa fosse a nossa casa!!! Não rabisquem as paredes, não joguem lixo no chão, joguem os chicletes no lixo!Um dos resultados dessa maneira de pensar foi colocar cartazes no infocentro, como se vê ao lado.

Foi nesta semana, em visita de Robson Leandro da Silva (equipe da Rede de Projetos) ao posto, que ele percebeu o aviso. Perguntou se foi orientação da coordenação do Programa AcessaSP: “Não, a idéia foi da Mildred”, respondeu a monitora Ana Alice de Siqueira Silva, do período da manhã.

Explica então a referida monitora Mildred: “Agora que acabaram de pintar o Acessa, resolvi escrever um recado para os freqüentadores daqui, um recado educado para me ajudarem a manter sempre a limpeza e sem vandalismo”.

Ela confessa ter pensado inicialmente que o recado nem iria surtir efeito, mas deu resultado mesmo: “Não escreveram nas paredes e muito menos jogaram chicletes no chão!!!”

Maria Amélia Kuhlman Fernandes, coordenadora do Programa AcessaSP, elogiou e incentiva os outros monitores e usuários a cuidarem do seu posto da mesma forma.

Não vá quebrar o vidro!
Cabe destacar também a atitude adotada por Patrícia Arantes, uma das supervisoras do posto AcessaSP do Metrô Sé. Ela trabalha diretamente com os usuários, junto com os monitores.

Usuário mal-educado com sua maletaA cena foi presenciada por Maurício Kanno, da equipe do Portal AcessaSP, durante uma visita informal, para conhecer o local e os monitores duas semanas atrás.

Enquanto conversava com Patrícia, um grande estrondo assustou a todos: A supervisora percebeu que o usuário Zacarias (ao lado), ao chegar, havia batido a maleta, sem qualquer cuidado, no vidro da grande janela transparente do posto.

Monitora Patrícia e guardas metroviáriosQuando Patrícia foi pedir ao usuário tomar mais cuidado, ele resmungou despreocupado e sem atenção à sua autoridade e responsabilidade no local.

Em vista disso, ela foi em busca de dois guardas metroviários. Sorte que ela podia contar com eles, no metrô! O usuário só deu mesmo atenção quando chegaram os seguranças, que o levaram para fora conversar. Zacarias foi suspenso por três meses.

Por Maurício Kanno
e Robson Leandro da Silva

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