(14/12/06) Em tempos de muita oferta de serviços on-line, fica fácil colecionar uma porção de senhas –um internauta precisa de pelo menos três destas combinações para realizar, via computador, tarefas de seu cotidiano. Some a esta diversidade o fato de as senhas não poderem ser anotadas, e o que se tem é a receita perfeita para a confusão ou até mesmo esquecimento.

Como não dá para viver sem elas, o importante é saber protegê-las e gerenciá-las; só assim é possível evitar acessos indevidos ou a irritação de não conseguir se logar em sua própria máquina.

Confira algumas dicas dadas por especialistas em segurança que podem ajudar a evitar problemas deste tipo.

Segurança

— Tenha pelo menos três senhas divididas em “grupos”: lazer, trabalho e banco.
— Troque-as mensalmente.
— Crie senhas longas.
— Varie ao máximo o tipo de caractere: use símbolos, letras e números.
— Quando só puder usar números, faça combinações pouco prováveis –junte seu ano de nascimento com os dígitos da placa do carro, por exemplo.
— Não escolha palavras existentes em dicionários –piratas virtuais usam softwares específicos para adivinhá-las.
— Se quiser usar palavras, escreva-as de forma errada (substitua a letra “a” por “@”, por exemplo).
— Nunca anote suas senhas, e só as compartilhe quando extremamente necessário (caso de marido e mulher).

Gerenciamento

— Para não se esquecer de sua senha, crie uma combinação “raiz” e faça variações baseadas nela. A “raiz” pode ser formada por letras ou números.

Exemplo:
— A palavra “raiz” é “mist&rio” (substitua sempre uma letra do termo original).
— Para cada tipo de serviço, acrescente outros dígitos. Desta forma, a senha no trabalho pode ser ” mist&rio31″, enquanto o acesso ao webmail é “mist&rio62”.
— No mês seguinte, as combinações podem ser trocadas para “s&gr&do31” e “s&gr&do62”.

Fontes: José Antunes (gerente de engenharia de sistemas da empresa de segurança McAfee) e Ramiro Costa (gerente técnico de contas da empresa de segurança Trend Micro).

Por Juliana Carpanez, da Folha On Line
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