de quando vivia com minha avó, das vezes em que levava uns chingos e eu não escutava, as vezes ela me pedia para ir fazer algo eu batia o pé e as vezes acabava não fazendo nada, mas quando um vizinho pedia um favor eu sempre estava pronto para ajudar.

Hoje me dou conta de que fui muito injusto minha vó me adorava me dava de tudo carinho, afeto e eu não mostrava nenhuma gratidão hoje tenho saudade dos chingos puchões de orelha e os concelhos que ela me dava.

Mas o mal disso tudo foi que eu não cai na real enquanto eu a tinha entre nós. Com os tombos do tempo fui vendo que tudo que era dito é verdade. Aprendi um pouco tarde, mas aprendi.

vó, onde quer que esteja muito obrigado te amo e nunca te esquecerei.

Autor: Jeferson Pereira, 18 anos, do posto Acessa de Pindamonhangaba

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