que quando eu era pequena no patrimonio de sao jose das laranjeiras sempre nos finais das tardes, depois que meu pai voltava do trabalho ele passava em uma das duas unicas vendas que la haviam e sempre chegava no vendeiro e pedia oque ele queria.

Eu so nao sabia que ele tinha conta la, fui saber mais tarde quando fui la com um caldeirao na mao pedir sorvete e cheguei em casa com um caldeirao de sorvetes e minha mae quase me matou a hora em q disse q vendeiro q meu deu…

Autora: Elenice Pires do Prado, 30 anos, do posto Acessa de Iepê

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