Ate hoje meu pai conta casos de assombração que ele proprio sentiu na pele, sempre sem medo abusava das coisas ate que um dia sentiu de perto algo acontecido.

“Sempre adei de madrugada por caminhos abandonados, naquela epoca tudo era mais complicado. Andava sempre à cavalo, passava por estradas que cortavam matas, por dentro de bambuzeiros, nunca havia visto tal coisa estranha.

Quando um dia voltando para casa passei por uma porteira velha na estrada e bati ela com forte, o pessoal dizia pra não fazer isso altas horas da noite.

Mas como não temia nada assim fiz, ao qual passando da porteira escuitei-a batendo novamente sem que ninguem passase pela mesma, olhei em seguida para traz e mais nada vi. Acordei no paiol (lugar onde se guarda milho) o cavalo com o arreio ainda pastando pelo campo, não sei como cheguei naquele dia em casa…

Autor: Carlos, 33 anos, do posto Acessa de Areias

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