Computação forenseAlguns de vocês devem conhecer o seriado CSI, exibido no Brasil na TV aberta e na TV paga. Para quem não conhece, trata-se de um seriado norte-americano que mostra o cotidiano de peritos criminais – ou seja, aquele pessoal que coleta e processa as evidências de um crime, para ajudar a descobrir o culpado. Mas esse trabalho já não fica só na procura de digitais ou fios de cabelo; já existe uma área da perícia criminal dedicada às evidências dos chamados “crimes virtuais”.

Trata-se da computação forense, que envolve desde a correta manipulação de provas físicas, como discos rígidos, até o rastreamento de dados que possam levar ao autor do delito investigado, como o endereço IP do autor.

Por isso, envolve conhecimentos avançados e específicos em computação e tecnologia da informação; mas não apenas isso. Como perito forense, o profissional deve também ter noções de direito penal, para que as provas por ele coletadas sejam válidas (algumas provas podem ser consideradas ilegais, dependendo do modo como foram obtidas ou processadas).

Para quem se interessou e quer informações mais aprofundadas, Leonardo Bustamante dá dicas sobre a área, no site iMasters, e Fabrício Martins tem artigo publicado na Folha de S.Paulo.

Tem também a dica da Josane de Cassia Boleta, do posto de Brodosqui, que foi quem inspirou este post!

Imagem: montagem sobre fotos de freefoto e de chadmiller

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