Você sabe o que é e como funciona essa tecnologia de identificação?

A biometria é o método de identificação que utiliza características físicas do indivíduo para autenticação. Podem ser utilizadas, por exemplo, as pontas dos dedos, a retina, a voz ou a face. Como cada pessoa possui características únicas e intransferíveis, a biometria tornou-se um método muito eficaz e seguro de garantir quem você é você.


A tecnologia é aplicada em dispositivos que possuem sensores que fazem a leitura, a verificação e a identificação destas características físicas. Essas informações são armazenadas como um registro único de cada indivíduo. A identificação biométrica por impressão digital é a mais conhecida e utilizada atualmente.

Uma das aplicações que já é realidade foi feita pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que passará a aplicar biometria nas urnas eletrônicas em algumas cidades do Brasil nas eleições municipais de 2008. Os eleitores de algumas cidades do País serão reconhecidos pela impressão digital. A expectativa do governo é que todos os 27 Estados da Federação implantem leitor biométrico num prazo de dez anos, substituindo o título em papel.

Outro órgão que deve adotar a biometria é o Contran (Conselho Nacional de Trânsito). Os Detrans (Departamentos Estaduais de Trânsito) do País terão de colher as impressões digitais dos cidadãos que solicitarem o documento pela primeira vez e também nos casos de renovação. O objetivo da exigência é intimidar os fraudadores da habilitação criando um banco de dados nacional de motoristas.

Alguns dos principais bancos do Brasil já testam o uso de sistemas biométricos na identificação de clientes em caixas eletrônicos. O objetivo é diminuir a ocorrência de assaltos. O sistema identifica clientes por meio de sensores capazes de ler o padrão das veias das mãos e das digitais. O Bradesco, por exemplo, implantou dispositivos biométricos em alguns caixas eletrônicos da capital paulista.

A previsão é que a biometria substitua de vez o uso de cartões, chaves crachás e senhas no controle de acesso de pessoas. Isso porque, assim como os demais equipamentos de segurança eletrônica, os sensores biométricos estão passando por um intenso processo de barateamento e popularização.

Por Larissa Januário, do Portal AcessaSP

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