Uma história de mais de 100 anos, que começa em uma Vila que cresce a partir da doação de terras. A história conta ainda com o rio Areia branca, o “ouro negro” brasileiro, o café, e um dos principais produtos brasileiros até hoje, a cana.


Tudo começa com a Capela de Santa Cruz. Em 1893, Joaquim Ignácio de Oliveira Gois e seu cunhado Antônio Gonçalves da Silva doaram 11 alqueires de terras (a medida corresponde a aproximadamente 26,4 hectares) à Mitra Diocesana de Botucatu para loteamento, por vias de aforamento (uma espécie de compromisso que aqueles que recebem a terra assumem), à denominada Fábrica de Santa Cruz.

O lugar passou a ser chamado, então, de Vila de Areia Branca, devido ao rio de mesmo nome, ao lado das terras concedidas. Em 1906, A Vila passou a ser denominada Areiópolis antes de se tornar um distrito de São Manuel, em 1917 – o que levou a melhorias em sua infra-estrutura, como a instalação de iluminação elétrica e estabelecimento de Cartório de Registro Civil.

Mas foi na década de 50 que o distrito teve um grande desenvolvimento econômico. Após o fracasso do café, em decadência naquela época, muitos produtores passaram a investir em cana-de-açúcar, principalmente pelo Pró-Alcool.

A melhora econômica resultou na elevação a município. Com a estrutura montada, o distrito ganhou tal título em 18 de fevereiro de 1959, separando-se definitivamente de São Manuel.

Por Felipe Lobo, do Portal AcessaSP

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