[size=small" >Por Robson Leandro da Silva[/size" >

Foto: Robson Leandro da Silva
Ter algum grau de deficiência no Brasil não é fácil. A discriminação é grande, a acessibilidade ainda caminha a passos lentos e os olhares de pena das pessoas ditas “normais” são muitos. Entretanto, algumas ações vem tentado reverter esse quadro. E o programa Acessa São Paulo faz parte desse grupo que trabalha para mudar essa situação.

A usuária do Posto Parque da Juventude Michele dos Santos Siqueira, de 23 anos, surda, moradora da Vila Ede na Zona Norte de São Paulo está mais feliz hoje. Após 2 anos, ela conseguiu uma recolocação no mercado de trabalho. E o Acessa São Paulo teve uma grande participação nisso. Ela é usuária desde 2005 e já freqüentou vários postos (Barra Funda, Tatuapé, Poupatempo Sé e Bom Prato Santo Amaro), mas passou a frequentar o Acessa Parque da Juventude desde que foi inaugurado.

E foi lá, com a juda dos monitores, que ela montou o seu curriculum, encontrou a vaga de trabalho pelo projeto da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e em janeiro começará a trabalhar em uma instituição bancária ainda a ser definida pela associação de bancos.

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