do meu primeiro dia de aula, na pré-escola. Meu pai conduziu-me até a escola. O pátio da E.E.Prof. Stélio M. Loureiro, em Birigui, lotado de crianças, lembrava a revoada das andorinhas ao entardecer. A escola foi a minha casa durante metade da minha vida. Mas atualmente, como professor, tudo mudou. Já não sou um filho para os professores e para a instituição. Sou apenas uma engrenagem numa máquina fria e esmagadora.

Autor: Victor Antonio de Lima, 48 anos, Cruzeiro-SP

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