de quando conheci minha amiga Juliana.

Nós trabalhamos na AVAPE temporariamente, nessa época não havia lhe dado nem um oi.
Infelizmente o contrato acabou e fomos demitidas.

Graças a Deus, um mês depois nos ligaram da AVAPE falando de uma proposta de emprego, aceitamos na hora e assim… Voltamos a trabalhar juntas. Com o tempo e algumas mudanças, passei a sentar ao lado dela no trabalho onde começamos a conversar mais. Em uma dessas conversas, comentamos o que cada uma pensou sobre a outra quando viu pela primeira vez, e foi o seguinte:

Eu sobre ela: “Nossa que menina metida, nem olha na minha cara”.

Ela sobre mim: “Humm, nojenta”

Dei muitas risadas pelas situações envolvidas que nos fizeram tirar essas conclusões, porém percebi o quão estava enganada e o quanto ela é especial. Com isso aprendi a procurar não julgar as pessoas sem conhecê-las ou por alguma ação, colocando em prática aquele velho ditado,”não julgue um livro pela capa”.

Autora: Amália Farreca, 19 anos

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