que quando eu tinha 11, 12 anos, ficava um monte de menina querendo me bater na hora da saída porque diziam que eu era fresca e metida! Ai que agonia que era, quase todo dia, aquele bolo de gente na frente da escola. Aí eu saia correndo e entrava nos mercados tentando me salvar… Uma vez, me cercaram de uma forma que não teve jeito… Aí briguei. E até que eu era boa de briga e não sabia! Bati nas duas meninas encrenqueiras. Com raiva, uma de suas amigas me esperou na outra semana! Que susto levei: uma gorda enorme de todos os lados, feia e fedida! Nem tinha jeito de sair, porque fecharam a rodinha! Bom, aí respirei fundo e fui pra cima da gorda. Cada vez que eu ia pra cima dela, eu voltava, parecia que era um colchão de molas. Tentava de todo jeito mover aquela feiosa e nada! Parecia um saco de cimento que não saía do lugar! Moral da História: apanhei da menina, cheguei em casa toda suja e machucada. Minha mãe, furiosa, me bateu pela segunda vez e eu chorei, chorei!

Autora: Ivanira Damasceno, 29 anos, São Paulo-SP

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