que quando eu era criança, muito boba e inocente, não imaginava o tamanho da importância de ter uma mãe. Porém fui crescendo, crescendo, e quando cheguei na idade em que já achava que era adulta, engravidei. Nossa, com 16 anos! E foi nesse momento que pude perceber que tinha uma pessoa que me amava.

Não foi um erro grave ter engravidado, mas eu poderia esperar mais um pouco. Mas é nessas horas que vc vê quem realmente te ama e vai estar disposto a te ajudar. E quem estava lá? Ela, a mulher mais importante da minha vida, minha mãe! Nossa, como tenho a agradecer a ela, pelas comidas, pela roupa passadinha, a casa limpinha, por tudo… Não casei naquele tempo e continuei morando com ela e minha filha, pois meus outros irmãos tinham casado. Porém, era muita briga dentro de casa. Quando eu chegava ela saía, e vice-versa. Era um ambiente pesado… O tempo passou, eu me casei e fui morar longe dela… Nossa, foi ali que vi o valor que ela tem. Hoje sinto muito a sua falta e às vezes tenho vontade de pegar a família inteira e ir morar com ela. Mãe, saiba que sou muito feliz por ter uma mãe como vc, que me ensinou tudo na vida. Sou essa pessoa graças a vc! Perdoe minhas falhas, mas pode ter certeza: seu bife com cebola vai estar para sempre na minha memória!!! Eu te amo incondicionalmente!!!!!

Autora: Clara Joyce Matos dos Santos, 27 anos, Franco da Rocha – SP

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