Programa “Tem + Matemática” é uma iniciativa da Secretaria em parceria com o BID, a USP e a FIPE e entrará em vigor no início do segundo semestre; Monitoria será feita por universitários de cursos de licenciatura da disciplina

A partir de agosto deste ano alunos do 7º e 9º anos do Ensino Fundamental da rede estadual com dificuldade em matemática poderão contar com o apoio de um plantão de dúvidas nas escolas, durante o contraturno das aulas regulares. Com o nome de “Tem + Matemática”, a iniciativa terá estudantes de cursos de licenciatura da disciplina à frente da monitoria.

A iniciativa faz parte de um projeto-piloto, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Educação, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), professores da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadores da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

A Secretaria já definiu uma lista das 432 escolas, sendo 127 do interior e 305 da capital e Grande São Paulo, que já podem fazer a pré-inscrição até o dia 8 de junho, no site da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores ( http://www.educacao.sp.gov.br ), no link “+ Matemática”. As unidades pré-inscritas participarão de um sorteio, que definirá as escolas contempladas. Na primeira etapa, serão beneficiadas 100 escolas e cerca de 3.600 alunos.

Cada uma das unidades poderá formar até seis grupos de monitoria, com, no máximo, seis alunos. As sessões acontecerão na própria escola, duas vezes por semana, durante 90 minutos. O monitor auxiliará os estudantes em relação ao conteúdo ensinado pelo professor de matemática em sala de aula.

“É importante destacar que o universitário não vai substituir o docente, mas complementar seu trabalho ao dar um tratamento individualizado aos alunos com maior dificuldade. O reforço ainda vai facilitar a prática didática do professor em sala de aula, o que pode até ajudar de forma positiva o desempenho dos demais estudantes”, comenta o secretário de Estado da Educação, professor Herman Voorwald.

Os monitores serão contratados pelo BID e supervisionados pela Secretaria. Para o desempenho da função, receberão bolsa-auxílio no valor de R$ 400 (12 horas semanais) ou R$ 200 (seis horas semanais). “Com esta iniciativa, vamos promover uma maior proximidade entre a Secretaria e as universidades formadoras dos nossos professores, além de estimular o estágio da prática pedagógica em sala de aula, que é obrigatório às licenciaturas”, complementa o secretário.

As bolsas oferecidas serão custeadas pelo BID, e a avaliação de impacto será feita pela FIPE, que usará as informações para uma possível expansão do projeto na rede.

Fonte: Secretaria de Educação

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