com muita saudades da ESTAÇÃO. Era o local mais concorrido de São José do Rio Preto, nos idos de 1960,1,2,3,4. Era para onde convergiam todos ( ou, quase todos) os moradores e turistas, para embarcarem no Trem e ou em nas Jardineiras, com destinos, os mais variados( uns, para Capital, outros, para grandes cidades e outros, para o Sertão(como eram referidos os mais longincuos rincões do Estado).Lembro-me das árvores, onde hoje estão as plataformas de embarque/desembarque. Lembro-me do ponto de taxis (Ponto de taxis, falei?); não, na verdade era pontodo carro de aluguel, onde predominava, disparado, as graciosas charretes, com sua rodas raiadas pintadas, colchonil (seria esse o nome?) no banco. Umas com os cavalos robustos e vistosos, outras, nem tanto. O espetacular, era o bebedouro para animais dessedentarem. Só havia charrentes?.Não, os automóveis que compunham a frota de “carros de aluguel” eram os famosos “Biribinhas” e “DKW-Vemag” ( com portas dianteiras extremamente inadequadas, abrindo ao contrário).Os paralelepípedos eram bem cuidados pela “turma do ferrinho”) Que saudades.

Adolfo Justino Galvão, 66 anos, de São José do Rio Preto

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