O monitor Denis Tassoni, de Ilhabela, é mais um que está desde segunda-feira acampando na Campus Party. Veja o que ele acha do evento

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Não sei nem como explicar como está sendo a experiência aqui na campus, confesso que meu pensamento sobre a CP era completamente diferente do que estou vivenciando hoje, para mim a CP era um evento que reunia um monte de “NERDS” viciados em jogos e internet.
Porém vi que na Campus além dos nerds, temos a galera da bagunça, os estudiosos. Na realidade são todos maníacos por net, mas sabem dividir bem o tempo para assistir palestras e brincadeiras.

Está sendo uma experiência única para mim, pois através das palestras que assisti e das conversas que tive com alguns nerds aprendi muitas coisas e comecei a utilizar ainda mais a internet de maneira ainda mais diferente da que eu usava antes. Agora sim posso dizer que sei usar a internet como uma verdadeira área de trabalho e desenvolvimento.

Na terça-feira, dia 7, assisti um trecho da palestra sobre Dimensões na Arte digital e musica, onde o palestrante falava que com um simples som de um ruído gravado com um celular pode ser remixado e virar uma faixa de musica ou um efeito para animação, ele deu como exemplo a remixagem dos sons do Windows que acabaram virando musicas. A única coisa que estragou foi a forte tormenta que caiu aqui em São Paulo, pois acabou tendo ventos fortes que começaram a balançar a parede que foi montada e o palestrante decidiu encerrar a palestra para evitar qualquer coisa caso a parede fosse cair.

No dia seguinte, assisti à palestra sobre Robótica na Educação Inclusiva com o João Vilhete Viegas d’Abreu que é doutor em engenharia mecânica formado pela UNICAMP onde também é pesquisador do NIED (Núcleo de Informática aplicada à Educação), e aprendemos como a robótica pode auxiliar no aprendizado de crianças, jovens e adultos portadoras de deficiências visuais, auditivas. Ele nos apresentou um mapa robotizado onde os deficientes áudio/visual tocavam e o mesmo dizia identificava a área e ao lado de cada local especifico avia a descrição em Braille, também citou a reação de pessoas que passavam por certo local todos os dias e sabiam ir e vir sem problemas, e quando finalmente foi apresentado o mapa robotizado muitos se surpreendia pelo fato da entrdaa e saída serem na mesma direção mas dividias por uma parede.

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