Os monitores Vivian, Anderson e Edil participam da 11ª Oficina de Inclusão Social.

Uma nova visão da Inclusão Digital. Isso é o que Edil, Viviam e Anderson estão aprendendo e vivenciando na 11ª Oficina de Inclusão Digital, que chega ao último dia nesta quinta-feira (29). Os monitores do Acessa São Paulo estão em Porto Alegre, reunidos na Casa Mario Quintana com inúmeros representantes de organizações voltadas para o tema. Em relatos diários, os monitores contam sobre as informações que estão absorvendo e mostram que muitas dessas coisas podem ser colocadas em prática em seus postos.

Essa nova visão vem de debates teóricos, relatos e conversas com outros participantes da Oficina. Todos essas questões mostraram aos monitores que existem várias possibilidades de mudar as realidades de suas comunidades. A sensação de estar sozinho ao produzir um projeto de inclusão digital é minimizada por meio da ideia de criação de uma rede de parceiros que podem fazer com que seus projetos deem certo. E tudo isso pode ser sentido em seus textos.

Ao sair da programação planejada, Viviam Sales, monitora do posto CIC Leste, acabou participando da oficina “Programa Jovem Aprendiz e Inclusão Digital”. Em seu relato, conta que essa acabou sendo a oficina certa a se fazer, graças a afinidade com o assunto. A monitora compartilha um caso de inclusão digital e social, por meio de um programa profissionalizante e como isso pode mudar a vida de inúmeros jovens. “A inclusão digital, para acontecer, precisa de três recursos básicos: o computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas. Pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet para considerá-lo um incluído digital. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas.”, afirma Vivian.

O monitor Anderson Tiago Vasselo, de Torrinha, acompanhou a oficina de Governo Eletrônico e Transparência. “Um bom exemplo que podemos trabalhar em projetos que levem cidadania através de serviços do governo dentro do Acessa SP, como a nota fiscal paulista, atestado de antecedentes criminais, boletins de ocorrência dentre outros”, disse. Além dessa oficina, Anderson nos falou um pouco sobre a Rádio Software Livre, que está cobrindo o OID, e uma oficina sobre software de acessibilidade.

Edil Queiroz, de Ribeirão Grande, traz seu ponto de vista sobre o evento mostrando ter uma nova perspectiva da inclusão digital. “Acredito que existe um ideal em comum com quem conversei e conheci um pouco de sua história: Podemos até ser poucos isoladamente, podemos até não ter muito conhecimento. Mas através do uso de computadores, internet e seus diversos recursos é possível encontrar soluções e abrir portas para transformar a realidade de sua comunidade, sociedade, região.”
Acompanhe o blog especial com todos os relatos do evento.

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