As comunidades virtuais ou cibercomunidades nascem do encontro virtual de pessoas com interesses próximos; outras surgem de comunidades presenciais que passaram a utilizar a rede para expandir e otimizar suas ações.
Elas se formam a partir da interação de movimentos locais, ou nascem em virtude de lutas sociais, extrapolam o espaço local, atingem âmbito nacional e, às vezes, reconhecimento e apoio internacional. É o caso da comunidade de profissionais da imprensa que formam a rede dos comunicadores da Pastoral da Criança.
Em geral, depois de um bom tempo de existência, as comunidades criam seus próprios sites, que funcionam como portais para facilitar o contato e estimular a interação entre os associados. Nesses sites, os usuários, especialmente os membros da comunidade, podem se informar sobre as últimas notícias e eventos de sua associação, encontrar outros membros para um bate-papo on-line nos chats, enviar e receber e-mails, participar de debates em fóruns ou listas de discussão, dentre outros.
Enfim, o propósito desses sites está em compartilhar informações sobre assuntos de interesse dos membros da comunidade e também trazer novos interessados em participar.
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